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25 Anos de Estreia da Melancólica DE CORPO E ALMA #08

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Atualmente no ar em horário nobre, com o sucesso de A Força do Querer, há exatos 25 anos, Glória Perez estreava na mesma faixa, com a novela De Corpo e Alma. Uma história forte, emocionante e romântica, que prometia ser a volta triunfal da autora em horário nobre, após sua estreia ao lado de Aguinaldo Silva, com Partido Alto, em 1984, e seu grande sucesso anterior, no horário das seis, Barriga de Aluguel, em 1990. Mas De Corpo e Alma foi uma trama marcada pela tragédia e é lembrada como uma novela obscura e melancólica.


De Corpo e Alma estreou no dia 3 de Agosto de 1992, às 20:30. Dirigida por Roberto Talma, Fábio Sabag e Ivan Zettel, com direção geral de Roberto Talma, a trama teve 185 capítulos, e abordava em seus temas principais: transplante de coração, o mundo dos strippers masculinos e a troca de bebês na maternidade.


O Juiz Diogo Varella (Tarcísio Meira) é casado com a submissa Antônia (Betty Faria), num casamento que nunca mais foi o mesmo desde que ele se apaixonou perdidamen…

Andreia Horta, Uma Atriz Intensa #07

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Andreia Assis Horta, nasceu em Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, no dia 27 de julho de 1983. É uma talentosa atriz brasileira, conhecida apenas por Andreia Horta, e hoje, em seu aniversário de 34 anos, o Lembra de Mim, carinhosamente faz uma singela homenagem a essa visceral artista.

Andreia começou a fazer teatro ainda criança em Juiz de Fora. Aos 17 anos mudou-se para São Paulo a fim de estudar Artes Cênicas. Ingressou na Faculdade Paulista de Artes, a FAP. Estudou também na Escola Livre de Santo André e integrou por um ano o Teatro da Vertigem. Nessa época de preparação, ela fazia torta de carne e bolo de laranja para vender, mas não deu muito certo na área da alimentação, então em 2005, fazendo só teatro, começou a escrever, reuniu todos os seus poemas, e surgiu o Humana Flor, livro de sua autoria, que vendia na Rua Augusta, à R$7.



Sua estreia na TV aconteceu em 2006, na minissérie de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira, JK, onde deu vida à Márcia Lemos Kutischek de Oliv…

Dossiê LGBT da Teledramaturgia - (Parte 2) #06

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Dando continuidade ao Dossiê LGBT, retornamos a partir de...

1998

Torre de Babel, de Sílvio de Abreu, apresentou um dos casos mais marcantes de rejeição do público a duas personagens lésbicas, por puro preconceito. Na sinopse original, o casal Leila e Rafaela, elegantemente vividas por Sílvia Pfeiffer e Christiane Torloni, não morreriam incendiadas na explosão do shopping da história. Apenas Rafaela sairia de cena, deixando Leila viúva para viver um possível affair com a traída Marta (Glória Menezes). O público torceu o nariz para esse enredo, e uma das maiores injustiças da teledramaturgia foi cometida: Leila foi limada junto com Rafaela. Por isso até hoje tenho muita má vontade com Torre de Babel.



Na magnífica minissérie Hilda Furacão, escrita por Glória Perez, Matheus Naschtergaelle arrasou, tombou, lacrou em sua estreia como a travesti Cintura Fina, prostituta e amiga da personagem título.





Em Fascinação, de Walcyr Carrasco, no SBT, o ator Blota Filho era o afeminado estilista franc…